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Dr. Daniel Cury Ogata, CREMESC 14.692, médico patologista formado pela PUC-PR com experiência na área desde 2003.

 

Diretor Técnico Médico Responsável pela Clínica Infolaudo.

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Acesso aos Exames

Categoria:

InfoLaudo - Sobre

  • A Clínica INFOLAUDO é um laboratório de Anatomia Patológica. A Anatomia Patológica é uma especialidade MÉDICA e o profissional que atua nesse segmento é chamado MÉDICO PATOLOGISTA. Essa área é especializada na arte e ciência do diagnóstico e os MÉDICOS PATOLOGISTAS além de atuarem dentro de laboratórios privados, também exercem suas funções em Universidades e Hospitais.

    Os materiais encaminhados para exame são submetidos a procedimentos técnico-laboratoriais. Contudo, os laudos emitidos pelos PATOLOGISTAS são descritos em termos específicos e não são considerados exames laboratoriais, mas sim ATOS MÉDICOS. Baseados nestes laudos, clínicos, cirurgiões e oncologistas podem decidir opções de tratamento e até mesmo predizer prognósticos de determinadas doenças. Sem o MÉDICO PATOLOGISTA não há como existir a MEDICINA MODERNA

    Fundada em 2014, a INFOLAUDO disponibiliza um serviço diferenciado na emissão de diagnósticos anatomopatológicos, citopatológicos e imunoistoquímicos, fazendo uso de tecnologia de ponta para atender com alto nível de qualidade pacientes e médicos.

    Com a utilização de meios modernos de comunicação (web, mobiles e smartphones), permitimos uma acessibilidade fácil e rápida para médicos, pacientes e instituições.

  • Exercer medicina diagnóstica dentro dos preceitos éticos.

  • Ser reconhecido como referência em medicina diagnóstica, atuando dentro de uma rigidez científica, com elevado grau de humanismo.


  • DR. DANIEL CURY OGATA, CREMESC 14692 (RESPONSÁVEL TÉCNICO)

    • Médico graduado pela PUC-PR
    • Residência médica em Patologia pelo HOSPITAL ERASTO GAERTNER.
    • Título de especialista em Patologia pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA e ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA.
    • Mestre em Cirurgia pela PUC-PR
    • Doutor em Cirurgia pelo INSTITUTO DE PESQUISAS E ENSINO MÉDICO (IPEM)/HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EVANGÉLICO
    • Docente dos cursos de Medicina e Ciências Biológicas da UNIVALI.
    • Revisor do periódico JORNAL BRASILEIRO DE PATOLOGIA E MEDICINA LABORATORIAL.
    • Membro do Corpo Editorial do periódico Austin Biomarkers & Diagnosis.
    • Autor de diversos artigos nacionais e internacionais.

    DR. CLÓVIS KLOCK, CREMESC  9081

    • Médico graduado pela Universidade Federal de Santa Maria
    • Residência médica em Patologia pela UFRGS.
    • Doutorando em Oncologia pelo Hospital de Câncer AC Camargo.
    • Ex-diretor de Informática da Sociedade Brasileira de Patologia (2003-2007).
    • Delegado da Sociedad Latinoamerica de Patología (SLAP) 2013-2015.

     

Notícias

  • 19/06/2017
    Infolaudo é um dos únicos laboratórios no país a oferecer exame inovador gratuito para diagnóstico d

    Um novo procedimento laboratorial para diagnóstico e auxiliar na escolha do tratamento do câncer de pulmão chegou ao Brasil, o PD-L1. O Laboratório de Infolaudo  será um dos cadastrados no país para realizar o exame. O serviço faz parte de um programa nacional que vai oferecer a análise de forma gratuita para a população através de seis centros médicos, e o Grupo Infolaudo/Medicina Diagnóstica é um deles. No sul do país, apenas o laboratório em Itajaí e outro do mesmo grupo em Erechim, no Rio Grande do Sul, realizarão o procedimento.

    O exame realizado através da imuno-histoquímica (em plataformas automatizadas) da proteína PD-L1 é de fundamental importância para se ter acesso ao tratamento da imunoterapia, uma nova forma de tratamento do câncer que utiliza o medicamento Pembrolizumab, aprovado pela ANVISA para ser utilizado em alguns tipos de Câncer de Pulmão. Para saber se o fármaco deve ser usado ou não no paciente, é necessário fazer o exame de PD-L1 no material do tumor.

    Sobre o Câncer de Pulmão

    O câncer de pulmão é considerado um dos tumores malignos mais comuns e letais, sendo responsável por cerca de 30 mil casos anuais no Brasil. A sobrevida média cumulativa total em cinco anos varia entre 13 e 21% em países desenvolvidos e entre 7 e 10% nos países em desenvolvimento. A alta letalidade do câncer deve-se, na maioria dos casos, ao diagnóstico tardio, pois os sintomas podem ser facilmente confundidos com das doenças infecciosas pulmonares.

    Os sintomas mais comuns desse tipo de câncer são:  tosse, com ou sem sangramento pelas vias respiratórias; falta de ar; dor no tórax ao respirar; falta de apetite; rouquidão; infecção e perda de peso.

  • 10/04/2017
    Dia Mundial da Luta Contra o Câncer

    Celebrado em 08 de abril, o Dia Mundial da Luta Contra o Câncer serve como um alerta para a doença que, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), acometeu mais de 595 mil pessoas no Brasil em 2016. Projeções como a do Observatório da Oncologia, por sua vez, apontam que o câncer deve ser tornar a principal causa de mortes até 2029, com uma taxa de mortalidade de tumores chegando a 115 para cada 100 mil habitantes.

    A luta para evitar tantos óbitos por conta do câncer passa por diversas esferas. Entre elas está um especialista que é pouco conhecido pela população, mas peça fundamental exatamente por conta de sua capacidade de “enxergar o câncer”. O médico patologista, como é chamado, é responsável por analisar de maneira minuciosa as amostras de tecidos provenientes de biópsias, empregando técnicas específicas para processamento desses fragmentos de maneira que seja possível visualizar informações importantes no microscópio. Segundo Clovis Klock, Patologista e Diretor do Infolaudo, apenas após esse trabalho extenso e humano que se chega a um laudo anatomopatológico. “Esse é um documento médico imprescindível para a oncologia. Nenhum tratamento começa e nenhuma decisão é tomada antes desse trabalho do patologista. Mais do que apontar se uma amostra é ou não câncer, cabe a esse profissional especificar o nível de agressividade do tumor e até mesmo indicar qual a melhor conduta terapêutica a ser tomada”, explica. tificação e prevenção, o especialista também exerce atividade fundamental durante cirurgias e direcionamento da terapêutica. “No primeiro caso, auxiliamos os cirurgiões na tomada de decisões, a partir de diagnósticos rápidos. Posteriormente, descrevem-se aspectos necessários para o conhecimento do médico que acompanhará e tratará o individuo, informando se a lesão foi retirada por inteiro ou não. Estes dados são usados para definir se será necessária quimioterapia ou radioterapia, se a doença é agressiva e as chances de cura”, conta Klock.

    Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia

  • 12/12/2014
    Dr. Daniel Cury Ogata é homenageado como Nome de Turma do curso de Medicina da Univali

    Em sessão solene realizada no dia 12/12/2014, o Dr. Daniel Cury Ogata é homenageado como Nome de Turma da XXII turma de Medicina da Universidade do Vale do Itajaí.

  • 22/08/2014
    VOCÊ SABE QUEM É O MÉDICO PATOLOGISTA?

    A SBP disponibiliza um folder explicando a atividade deste importante profissional da saúde.

    Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia

Exames

  • 01
    ANATOMOPATOLÓGICO

    CBHPM 4.06.01.11-0 (biópsia simples); 4.06.019-6 (múltiplos fragmentos); 4.06.01.20-0 (peça cirúrgica simples); 4.06.01.21-8 (peça cirúrgica complexa)

    Compreende a análise de tecidos, obtidos por meio de biópsia ou cirurgia, objetivando diagnóstico, podendo também, estadiar o paciente no caso de neoplasia.

    O material a ser analisado deve estar devidamente acondicionado em frasco hermeticamente fechado, contendo solução fixadora, geralmente formol 10%.

  • 02
    COLORAÇÃO ESPECIAL (HISTOQUÍMICA)

    CBHPM 4.06.01.26-9 (por coloração especial)

    Compreende método auxiliar de coloração, que otimiza a visualização de estruturas microscópicas, pouco percebidas pelos corantes de rotina Hematoxilina e Eosina.

  • 03
    EXAME PEROPERATÓRIO DE CONGELAÇÃO

    CBHPM 4.06.01.01-3 (procedimento peroperatório de congelação sem o deslocamento do médico patologista); 4.06.01.03-0 (procedimento peroperatório de congelação com o deslocamento do médico patologista); 4.06.01.02-1 (procedimento peroperatório de congelação, compreendendo peça cirúrgica adicional ou margens cirúrgicas)

    Trata-se de diagnóstico durante o ato cirúrgico, sendo fundamental para tomadas de decisões no momento da cirurgia.  É um procedimento de extrema responsabilidade e devido à questões técnicas, o material analisado sempre terá qualidade inferior comparada as biópsias padrão. Neste sentido, para evitar dolo ao paciente, o médico patologista pode, consensualmente com o cirurgião, ser prudente e não fechar diagnóstico durante a cirurgia, deixando isso para rotina.

    Todos exames peroperatórios devem ser agendados com antecedência mínima de 24 horas. O material a ser analisado deve estar fresco ou in natura, sem qualquer solução fixadora. 

  • 04
    IMUNO-HISTOQUÍMICA

    CBHPM 4.06.01.17-0 (procedimento diagnóstico em painel de imunoistoquímica- duas a cinco reações); 4.06.01.18-8 (procedimento diagnóstico em painel de imunoistoquímica- reação isolada)

    Exame molecular que utiliza preceitos da imunologia, especificamente reação antígeno-anticorpo. O objetivo é identificar proteínas que podem auxiliar na definição do tipo ou origem do tumor, definir comportamento (benigno vs maligno), servir como aditivos de prognóstico, eleger pacientes, principalmente oncológicos, para utilizar determinados tipos de drogas e identificar agentes infecciosos.

  • 05
    PUNÇÃO ASPIRATIVA POR AGULHA FINA (PAAF)

    CBHPM 4.06.01.25-0 (análise de cada 5 lâminas); 4.06.01.10-2 (ato da coleta)

    Exame que analisa células obtidas por punção, geralmente de órgãos superficiais, como mama, tireóide e alguns linfonodos.

    O material obtido para este exame pode ou ser seco ao ar, sendo nesse caso corado pelo método Giemsa, ou colocado em solução fixadora, sendo realizada coloração de Papanicolau.

  • 06
    CITOLOGIA CÉRVICO-VAGINAL

    CBHPM 4.06.01.13-7

    Exame conhecido também como preventivo do câncer do colo uterino. Trata-se de material coletado do colo uterino por meio de uma espátula e escova, sendo um exame não invasivo. O material coletado deve ser cuidadosamente esfregado em lâminas de vidro, sendo colocado imediatamente solução fixadora, objetivando cobrir toda superfície da lâmina. Posteriormente, esta lâminas são coradas pelo método de Papanicolau.

    É recomendado as pacientes não utilizar duchas ou cremes vaginais, abstinência sexual de pelo menos 48 horas e evitar período menstrual.

  • 07
    REVISÃO DE LÂMINAS

    CBHPM 4.06.01.15-3

    Em determinadas situações, torna-se necessária uma segunda interpretação diagnóstica.  As lâminas e os blocos são obtidos no laboratório de origem.

  • 08
    Citologia em meio líquido

    CBHPM 4.06.01.32-3

    Exame realizado pelo método GynoPrep, proporciona aumento de 64% de detecção das lesões de alto grau do colo uterino, quando comparado ao método convencional de Papanicolau. Também reduz significativamente amostras insatisfatórias, ou satisfatórias, mas limitadas por hemácias ou fundo purulento.

    Algumas situações em que a base em meio líquida tem boa indicação:    

    • ASCUS de repetição
    • Pacientes com suspeita de infecção pelo HPV
    • Histórico de DST
    • Integrantes do grupo de risco para HPV

     

     

     

     

     

Convênios

  • Atendimento em 30 dias

Serviços

Emissão de laudos pela internet e aplicativo.

Solicitação de materiais e requisições online.

Assessoria científica.

Dúvidas

  • - Vou realizar um exame de punção. Preciso fazer jejum?
    Não. As punções são exames minimamente invasivos. Em geral, os pacientes submetidos a este procedimento, podem retomar as suas atividades normais poucos minutos após a sua realização.
  • - Meu médico pediu as lâminas e blocos de meu exame para revisão diagnóstica. Meu resultado original está errado?
    Não. Os laudos emitidos por patologistas podem passar por uma segunda opinião, as chamadas "Revisões". São práticas habituais dentro desta especialidade e servem para dar mais segurança ao paciente. As opiniões diagnósticas podem sofrer modificações quando novos dados clínicos, laboratoriais ou imagiológicos (raio-x, tomografia axial computadorizada e ressonância nuclear magnética) são informadas ao patologia.
  • - Como eu devo acondicionar uma biópsia?
    É recomendado que a biópsia seja acondicionada em frasco devidamente rotulado, com o nome do paciente e médico executor, contendo solução de formol 10%.
  • - O que é uma biópsia?
    É um exame que consiste na análise de fragmentos retirados por meio de pinças especiais, bisturis ou outros tipos de ferramentas cirúrgicas. Também podem ser analisados órgãos ou partes deles, obtidos cirurgicamente. A biópsia é um exame de suma importância, pois permite diagnóstico, determinando condutas clínicas, além de em alguns casos, estabelecer prognóstico.
  • - Meu exame preventivo deu insatisfatório. Devo repeti-lo?
    Neste caso, recomenda-se conversar com seu médico. Existem diversos motivos que levam a esta situação e ele sempre constará no corpo do laudo. Caso seu médico ache pertinente nova coleta, o laboratório não irá repassar o ônus deste exame para o paciente, desde que dentro do prazo de 60 dias.

Contato

AVENIDA CORONEL MARCOS KONDER, 1313, LOJA 01, CENTRO - ITAJAÍ - SC (47)3349-1699/(47)4054-9434

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